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Combate à violência contra a mulher intransigente sem abandonar outras pautas
Desde o meu primeiro dia na Assembleia Legislativa de São Paulo, a proteção à mulher é a minha prioridade. Não apenas o tema, mas a ação em torno dele. Tanto que a abertura do mandato foi marcada pela criação da Frente Parlamentar em Combate à Violência contra a Mulher, ao Feminicídio e aos Relacionamentos Abusivos, em 2019. De lá para cá, as diretrizes foram ampliadas e aperfeiçoadas, mas o ímpeto de estender a mão para acolher, ouvir, cuidar e proteger não muda. Está no DNA
26 de set.


Trabalho comprovado, importante e precisa continuar
As duas principais atividades de um deputado estadual, como eu, são fiscalizar as ações do governador e propor leis. Isso exige um tempo enorme se bem feito. Explico: fiscalizar o governo do Estado demanda um volume intenso de trabalho diário, afinal, são 24 secretarias, Pasta Extraordinária, 10 estatais (como Metrô, CPTM e CDHU) e mais de 20 autarquias para acompanhar deste gabinete. É preciso ficar de olho. Foi fiscalizando de perto que li o edital da Sabesp, alertei a popu
25 de set.


Proteção à mulher é minha missão de primeira hora; mas não é a única
Se você questiona o fato de a prioridade deste mandato ser as mulheres, você está certo. A proteção delas contra a violência de gênero é minha missão de primeira hora, mas não é a única. Ao longo de quase oito anos, este mandato também trabalhou forte por leis de interesse de todo o estado. Foi assim que criei a lei que impede a retenção de macas em hospitais, garantindo que as ambulâncias voltem mais rápido para las ruas. Também sou coautor da lei que proíbe a Sabesp de cobr
23 de set.
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