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A mulher vítima de violência não pode ser ignorada

  • Foto do escritor: Ricardo Gomez Filho
    Ricardo Gomez Filho
  • 21 de jul.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 23 de jul.


Close-up de duas mulheres abraçadas, com cabelos cacheados e luz roxa suave, em clima íntimo e acolhedor.

Pedir socorro e não ser ouvida torna a situação da vítima ainda mais dramática. É angustiante, como num filme de terror — mas é a vida real, com famílias, amigos, histórias, sonhos e expectativas deixados pelo caminho.


O poder público, muitas vezes, não ouve, finge não ver, não tem capacidade de atendimento ou simplesmente não acolhe como deveria.


Este mandato nasceu da dor da perda. A perda provocada por um ato covarde de violência contra a mulher — no caso, minha irmã, Mércia.


Ao longo da minha jornada, aprendi que, mais do que carregar a ferida, eu precisava acolher e ajudar mulheres em situação de vulnerabilidade. Transformei a minha dor em socorro, amparo e atendimento digno para cada uma delas.


Aqui não há espaço para indiferença, esquecimento ou piadas machistas. Há o compromisso de ouvir e atender com seriedade, respeito e responsabilidade quando elas mais precisam.


Seguiremos firmes, aprofundando o debate e as ações em defesa da mulher. Repito: nenhuma mulher será esquecida ou abandonada.


Este mandato esteve, está e continuará à disposição para acolher, orientar e apoiar mulheres vítimas de violência.


Se você precisa de ajuda ou conhece alguém nessa situação, entre em contato:📞 (11) 95461-2345

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