Civilidade é garantir proteção à mulher; este mandato trabalha para que o medo de viver fique no passado
- Ricardo Gomez Filho
- 8 de jul.
- 1 min de leitura

Proteger a mulher contra a violência doméstica e de outras formas com que a agressão se apresenta é, antes de tudo, um ato civilizatório. Países com níveis de educação, economia e civilidade bem desenvolvidos cuidam da sua população, em especial das mulheres.
A vida é uma concessão divina, de valor incalculável, que precisa ser protegida. Para além disso, uma sociedade segura para as mulheres é mais justa e igualitária.
Com riscos menores para elas, melhoram-se os índices econômicos, a saúde pública e a estrutura familiar. Mulheres mais seguras estudam melhor, produzem mais, diminuem os gastos estatais com saúde, segurança e processos judiciais.
E tem mais: essas mulheres conseguem criar filhos melhores, com mais estabilidade emocional, que serão adultos menos agressivos e violentos.
Países como Dinamarca, Suécia, Suíça, Noruega e Áustria, são exemplos a serem seguidos no que diz respeito à segurança das mulheres.
Nessas nações as mulheres são respeitadas. Homens conhecem o valor do feminino e ajudam na proteção delas. Além disso, existem políticas públicas de proteção, acolhimento e cuidado com as mulheres vítimas e, no caso de violência, penas severas são aplicadas aos agressores.
Nosso trabalho visa chegar nesse lugar. Queremos continuar construindo políticas públicas que protejam integralmente a vida das mulheres em SP e no Brasil. Por isso importa seguir nessa jornada de luta e conquistas em prol delas.
Nosso mandato está à disposição para acolher, orientar e apoiar mulheres vítimas de violência, inclusive com acolhimento e atendimentos psicológico e jurídico.
Se precisar de ajuda ou conhecer alguém que precise, entre em contato: 📞 (11) 95461-2345.




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