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Manter contato com mulheres em vulnerabilidade é muito importante para aperfeiçoamento do trabalho

  • Foto do escritor: Ricardo Gomez Filho
    Ricardo Gomez Filho
  • há 3 horas
  • 1 min de leitura

Dói muito ouvir relatos de mulheres vítimas de violência doméstica. Me toca fundo na alma saber que um ser humano foi submetido a situação tão brutal de dor física, moral e emocional, dores que traumatizam e ficam marcadas na alma feito tatuagem para sempre.


Entretanto, a coragem das mulheres que diariamente buscam nosso apoio para romper com a vulnerabilidade que as aprisionam nos ajuda a entender o processo que envolve a violência contra elas e fortalece nosso compromisso de combate a esse crime.


Passamos a entender que o ciclo de violência é sistemático e funciona dentro de uma ordem. Por exemplo, a agressão nunca acontece de repente, há sempre um sinal, um gesto, uma fala que não foi percebida ou interpretada como um ato de hostilidade antes dos ataques do agressor.


E nenhuma mulher deve se culpar por não perceber isso. O agressor é meticuloso, seduz, engana, conduz a vítima para ter o controle da vida e vontades dela.


É por meio dessas trocas que conhecemos as formas como a violência doméstica se instala nos lares.


E são esses depoimentos que contribuem para melhor compreensão dos desafios enfrentados pelo nosso Núcleo de Apoio à Mulheres Vítimas de Violência.


A partir deles, aperfeiçoamos nossas práticas e otimizamos a criação de políticas públicas, tornando essas ferramentas ainda mais abrangentes e eficazes no combate à violência doméstica e familiar.


Este mandato oferece apoio psicológico, assistência jurídica e está à disposição para acolher, orientar e apoiar mulheres vítimas de violência.


Se precisar de ajuda ou conhecer alguém que precise, entre em contato: 📞 (11) 95461-2345.

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