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Nosso compromisso é de que a independência alcance também as mulheres

  • há 16 horas
  • 1 min de leitura

Independência e morte. Se você é mulher, independência é morte. Nesse 7 de Setembro, em que comemoramos o rompimento do Brasil com a autoridade opressora da Coroa Portuguesa, cabe uma reflexão sobre o contexto da vida das mulheres, ainda subordinadas à autoridade dos machistas.


A Independência do Brasil ocorreu em 1822. Antes e depois disso, até este 2026, muita coisa mudou, mas algo permanece como antes: a mulher continua pagando com a vida pelas suas escolhas. No ano passado, 1.568 delas foram assassinadas por questões de gênero, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Desde a tipificação da Lei de Feminicídio, em 2015, foram mais de 13 mil vítimas do abandono que se transformou em violência e morte.


Em outras palavras, são 4 mulheres assassinadas por dia pelo fato de serem mulheres. É um número absurdo! Isso sem contar os inúmeros casos de estupro, agressões e tentativas de feminicídio — marcas que refletem o quanto a mulher ainda sofre com o abandono do Estado.


Ao transformar minha dor em missão, entendi que era necessário e urgente assumir o compromisso de combater a violência contra as mulheres. Reafirmo nesta data: este mandato continuará trabalhando em sua defesa para que a verdadeira independência aconteça e elas possam viver com dignidade, segurança e autonomia sobre suas próprias escolhas.

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