O homem precisa participar do esforço de combate à violência de gênero

Ao longo da minha trajetória na Assembleia Legislativa de São Paulo, transformamos demandas em trabalho concreto. Há lutas que exigem uma mudança profunda de postura. Para mim, essa exigência virou missão em maio de 2010, quando perdi minha irmã Mércia, vítima de uma mentalidade patriarcal assassina que não aceitou o fim do relacionamento.
Essa dor pessoal transformou minha vida e minhas ações como homem e servidor público. Desde então, essa luta não para. Ao ver os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, percebo que nosso trabalho está no caminho certo: a imensa maioria das agressões é cometida por homens conhecidos — companheiros e ex-companheiros.
Por isso, o homem tem o dever de participar ativamente do fim da violência de gênero. Nossa atuação não pode ser apenas reativa, tentando reparar um estrago. É urgente trazer os homens para o centro do debate e prevenir tragédias antes que elas aconteçam.
Nesse compromisso com a vida e a dignidade, nosso mandato é referência no combate à violência contra a mulher, tendo inspirado o protocolo estadual “Não se Cale” para proteger e acolher mulheres em ambientes públicos e privados.
Mas nossa dedicação ao povo paulista não para por aí.
Sabemos que o combate à violência de gênero é fundamental para uma sociedade mais justa, mas este mandato vai além. Aprovamos leis de interesse direto de toda a população, como a que proíbe a retenção de macas em hospitais e a cobrança de tarifa de esgoto em cidades sem o serviço prestado.
Também destinamos emendas para saúde, esporte, segurança e infraestrutura em todo o estado, entre tantas outras ações relevantes.
Uma história construída com tanto compromisso precisa continuar. No dia 4 de outubro, vote: Márcio Nakashima, deputado estadual, número 55.678.




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