Proteger a mulher da violência está no DNA deste mandato
- Ricardo Gomez Filho
- 21 de jul.
- 2 min de leitura
Atualizado: 23 de jul.

Ao trazer a pauta da defesa da mulher para o mandato, sabíamos que era preciso agregar mais do que serviços: era necessário ter atitudes que realmente importassem para a proteção e o bem-estar delas nos momentos de maior vulnerabilidade.
Com base nesse compromisso, nos tornamos referência na proteção à mulher em pelo menos três frentes de atuação.
No primeiro momento, criamos o Instituto Mércia Nakashima (IMN) de combate à violência contra a mulher. Além de campanhas significativas nas redes e nas ruas, o IMN é uma importante ferramenta de acolhimento. Por meio desse braço institucional, a vítima conta com a atenção do Núcleo de Apoio à Vítima, recebendo suporte psicológico e assistência jurídica — fundamentais em um momento tão delicado.
O mandato também atuou propondo e coassinando projetos de lei. O resultado foi a aprovação de três leis sancionadas pelo governador e que já estão em vigor: a lei que obriga bares, restaurantes e casas noturnas a auxiliarem mulheres em situação de risco; a lei que garante auxílio-aluguel para que a vítima rompa o ciclo de violência e possa sair do domicílio do agressor; e a lei que assegura qualificação profissional para que essas mulheres retomem o trabalho e alcancem sua independência financeira.
Para resumir este histórico de lutas, o mandato também instituiu o Dia Estadual de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, celebrado em 6 de dezembro. A data integra os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher e busca conscientizar a população masculina sobre a sua responsabilidade e papel no combate à violência doméstica.
Proteger a mulher está no DNA deste mandato, que esteve, está e continuará à disposição para acolher, orientar e apoiar quem precisa.
Se você precisa de ajuda ou conhece alguém nessa situação, entre em contato: 📞 (11) 95461-2345.




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