Proteger a mulher exige dedicação e compromisso permanentes

A defesa das mulheres faz parte da minha história e da minha missão. Essa trajetória teve início em maio de 2010, após a perda trágica da minha irmã Mércia, que transformou a dor que senti nesse compromisso de vida que me estimula a seguir em frente.
A Frente Parlamentar na Assembleia Legislativa de São Paulo foi o primeiro passo para nossa jornada de luta em defesa delas e serviu para mostrar a que viemos.
Nesses quase oito anos de Alesp, nosso mandato transformou propostas em conquistas reais: transformamos o abandono vivido pelas vítimas em acolhimento. Criamos, em parceria com o Instituto Mércia Nakashima, a oferta de apoio psicológico e assistência jurídica. Hoje, já atendemos mais de 3,5 mil mulheres, além de termos amparado mais de 3 mil famílias com pessoas desaparecidas.
Avançamos ainda mais com a aprovação de mais de 90 leis, três delas em defesa da mulher — proteção em bares e restaurantes, auxílio-aluguel e qualificação profissional —, que serviram de base para a criação do protocolo estadual "Não se cale" em todo o estado de São Paulo.
Não fizemos um trabalho restritivo, mas inclusivo. Legislamos para todas as 645 cidades paulistas, com leis de impacto geral como a que proíbe a retenção de macas em hospitais durante socorros e a que combate a taxa de esgoto abusiva, entre outras.
Agora olho para tudo o que construímos e penso: proteger mulheres e ser um deputado estadual produtivo e presente exige empatia, atenção e compromisso, algo que sempre fizemos com trabalho e prestação de contas diária.
Interromper esse trabalho é desprezar a vida e o voto. Se você acredita nessa forma de atuar, conto com seu apoio no dia 4 de outubro: 5️⃣5️⃣6️⃣7️⃣8️⃣✅




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