Quando o Estado falha, a dor vira missão: por que este trabalho não pode parar?
- Ricardo Gomez Filho
- há 2 dias
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Atualizado: há 11 horas

Quando o Estado falha em atender pessoas em situação de vulnerabilidade, abandona-as à própria sorte. Isso é angustiante e faz o povo sentir-se enganado, desacreditado e desesperançado.
Sei exatamente o que é estar nessa condição. Também sou vítima de um sistema antiquado que se omite quando as famílias mais precisam de apoio.
Em 2010, perdi minha irmã Mércia. Vivi na pele a dor da perda e o abandono do Poder Público. Até encontrar o corpo e elucidar o crime, conheci centenas de pessoas passando pela mesma situação.
Ao transformar minha dor na missão de ajudar quem passa pela omissão do Estado, escolhi estar ao lado das famílias em seus momentos mais dolorosos.
Abracei essa causa como um compromisso de vida. Hoje, uso a força do meu mandato para atuar na criação de políticas públicas, aprovar leis de proteção às mulheres e defender os trabalhadores — gente de luta, exatamente como eu e minha família.
Esse é um trabalho contínuo, urgente e que não podemos deixar parar. É por elas e por cada trabalhador que me coloco novamente como candidato à reeleição.
Enquanto o Estado for omisso, mais a minha missão ganha sentido.




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