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Quem viveu uma dor sabe estender a mão
Continuar com o trabalho de criação de políticas públicas para proteger a mulher de agressores tão bárbaros e desumanos é necessário enquanto houver episódios de violência de gênero em nosso estado de São Paulo e no país. Essa missão me foi atribuída logo após a perda da minha irmã, Mércia, um momento de muita dor e de profundos questionamentos sobre abandono, acolhimento, impotência, papel do Estado, cidadania, relacionamentos tóxicos e a mente do homem machista que fere e m
há 36 minutos
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