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A dor que virou missão: o meu compromisso com a defesa das mulheres

12 de ago.
1 min de leitura

Atualizado: 16 de ago.



Homem de terno azul segura cartaz roxo sobre proteção contra importunação sexual, em jardim diante de prédio.

A reação dos machistas à autonomia da mulher é a crescente violência. Nós, homens, precisamos combater a banalização que normaliza as agressões e os rotineiros casos de feminicídio.


Defender a mulher é minha missão e uma tarefa fundamental para proteger toda a sociedade. Os homens matam mulheres aos milhares todo ano, destruindo famílias e comunidades inteiras ao redor dessa vítima.


Penso que o valor da vida está nos significados de quem partiu, por isso, essa missão vai muito além da política: é meu compromisso público. Proteger mulheres do machismo e da misoginia é minha missão, meu propósito. Ninguém defende isso como eu.


Este mandato trabalha incansavelmente pelo fim das agressões e do feminicídio. Mas se ainda assim os crimes ocorrerem, este gabinete estará presente no amparo e no acolhimento, para que nenhuma mulher (e sua respectiva família) se sinta abandonada ou desamparada pelo Estado.


Eu acredito na mulher livre para fazer suas próprias escolhas e ser dona do próprio destino e continuarei no esforço de trabalhar por políticas públicas cada vez mais abrangentes para construirmos uma sociedade mais justa e igualitária.

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