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Minha missão é acolher mulheres vítimas de violência

11 de ago.
1 min de leitura

Atualizado: 12 de ago.



Homem de terno azul, sério, sentado à mesa em escritório doméstico, com laptop, fotos e livro Direito Penal.

O desafio de não sucumbir após experenciar uma dor que jamais seria apagada da minha vida e da minha família era encontrar equilíbrio para substituir a raiva e a revolta pelo desejo de lutar da forma mais cristã e empática que eu poderia.


Conforme meus pais Janete e Macoto me ensinaram durante toda a vida, aprendi a buscar a justiça em vez da vingança, transformando o luto em uma missão firme para que outras mulheres nunca mais passem pelo que a Mércia passou e o que nossa família viveu.


Com essa base de amor e fé, nosso mandato tem sido um espaço de acolhimento real e de entregas concretas para a sociedade. Sem promessas, apenas trabalho, dedicação e resultados.


Traduzimos essa dedicação diária em leis mais rígidas, fiscalização intensa e suporte humanizado, mostrando que é possível substituir a desesperança por trabalho e compromisso que salvam vidas e garantem a segurança de quem mais precisa.


Todo amanhecer é um novo dia para mim. É uma oportunidade de encontrar pessoas novas, ter com elas conversas inteligentes e produtivas, aprender mais, agradecer, mas também de salvar vidas.


A cada dia novo, este mandato procura acolher mulheres em desespero, famílias angustiadas e renovar a convicção de que a verdadeira política é aquela feita com proximidade, escuta e coragem inegociável.


É esse trabalho incansável, de corpo e alma, que me move e revela, na prática, o tamanho do nosso compromisso com a defesa das mulheres. E que seguirá adiante por ser absolutamente necessário.

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