Trabalho e acolhimento contra o abandono do Estado

Não dá para aceitar que uma mulher precise enfrentar o medo, a violência e, muitas vezes, o abandono do próprio Estado. Quando o poder público falha em prevenir, acolher e proteger, a estrutura inteira desmorona e vidas reais ficam em risco.
A omissão não é neutra; ela machuca, isola e destrói famílias. Por isso, eu escolhi não me calar. Por isso, decidi colocar meu nome novamente à disposição para continuar lutando por São Paulo como deputado estadual.
Proteger mulheres exige mais do que indignação: exige presença firme, fiscalização incansável e a experiência de quem já provou que sabe atuar na linha de frente em defesa da vida.
Na Alesp, meu trabalho é pautado por essa missão, transformando dor em ação com projetos de lei, fiscalização séria e presença nas comunidades. Não podemos permitir retrocessos quando há vidas em jogo.
A continuidade deste trabalho — que é político, mas também técnico, minucioso, humano e corajoso — é fundamental para garantir que a proteção não seja apenas uma promessa, mas um direito efetivo na vida das pessoas.
Seguiremos contra a omissão. Contra o abandono. Por mais proteção, atenção e cuidado com quem mais precisa.




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